Basílica
 Dados Gerais do Carmo
 Basílica Tombada
 Significado Histórico
 Pobre Matriz Rica
 Basílica na História
 Outras Informações
 Livro da Basílica
 Pinturas
 Iconografia
 Órgão Tamburini
 Coral Vozes do Carmo
 Horários de Missas
 Horários de Confissões
Paróquia
 Histórico
 Párocos
 Pastorais
 Atividades
 Calendário Anual
 Horários
 Batizados
 Casamentos
 Escola Paroquial
 Capela N.Sra.Boa Morte
 Templo Votivo
 
N. Sra. do Carmo
 Festa: 16 de Julho
 Devoção e História
 Novena
 Cânticos
 Oração
 Reza do Terço

 

 

 

 

 

 Recomende este site

 

 

 
 

Símbolos da Basílica

 

 

1 – O Reitor

É o sacerdote, que em nome do Papa, dirige a Igreja Basilical.

 

 

2 – Insígnia Pontifícia

A Tiara Papal (Triregnum) e as “chaves cruzadas” em prata e ouro, símbolo da prerrogativa papal, poderá ser apresentada nos estandartes, nas alfaias e no frontispício (fachada externa) da Basílica.

 

 

 

3 Ombrellino

O baldaquino papal na forma de guarda-sol com emendas vermelha e amarela, conhecido como ombrellino ou “basílica” como homônimo do templo, é o símbolo próprio da dignidade das Basílicas. Devem estar presentes no presbitério ou local de destaque e podem ser utilizados para abrir as procissões. Ainda, pode ser utilizado como timbre do brasão.

 

 

 

4 – Tintinábulo

Assim como o ombrellino, o tintinábulo é símbolo da dignidade das Basílicas. Trata-se de um cetro processional com uma campainha, por vezes adornado com o brasão do templo ou do papa e é utilizado nas procissões e missas pontificais.

 

 

 

 

5 Brasão Eclesiástico

É a insígnia de identificação da Basílica, com um significado todo especial. Um dos privilégios das basílicas é ter o seu brasão timbrado pelas insígnias papais. Ele serve de distintivo e representa a Basílica como tal.

 

 

 

 

Descrição do Brasão

Escudo quadrado de blau (azul) filetado em bordadura de argente (prata), tendo na base um monte de tenné (marrom) filetado disforme em ambos os lados de jalde (ouro), sobre o monte um lírio florescente ao natural de argente (prata) e sinopla (verde), e com três estrelas de cinco pontas de argente (prata), sendo duas no chefe sobre o campo e uma na base sobre o monte. Timbra o escudo as insígnias papais com as duas chaves voltadas e decussadas em aspas de argente (prata) e jalde (ouro) e a tiara papal (triregnum) em ogiva de argente (prata) e três coroas antigas de jalde (ouro) abotoadas em goles (vermelho) com duas ínfulas esvoaçantes de argente (prata) forradas de goles (vermelho) e pontadas em franja de jalde (ouro). Sob o escudo o motto "Ipsa Conteret" de sable (preto) e um listel de argente com a inscrição "Basílica N. S. do Carmo" em capitais de sable.

 

 

Brasão da Basílica

Nossa Senhora do Carmo e seu simbolismo

  • O fundo azul representa a imensidão da criação redimida, vasta como o céu. O azul representa, ainda, a cor mariana por excelência.

  • O monte representa o próprio Cristo, como local do encontro entre o céu e a terra, monte da aliança (Is 2,2ss; 1Rs 18,42), das bem-aventuranças (Mt 5 e 7), monte Tabor, Calvário... Jesus faz a ligação entre o céu e a terra, por isso o monte simboliza o próprio Jesus Salvador. No final dos tempos, o monte de Deus será mais alto do que todos (Mq 4,1). O monte faz alusão também ao Monte Carmelo (que quer dizer jardim ou pomar), localidade da Palestina, onde por primeiro se venerou Nossa Senhora com o título do Monte Carmelo. Alude-se, ainda, ao Monte da Perfeição designado pela mística carmelitana.

  • Os filetes de ouro representam o mel da salvação, que escorre do monte santo, para alimentar os que dele se aproximam. Assim, os que acorrem à Basílica serão alimentados com a salvação que vem do alto: o Pão da Palavra e o Pão da Eucaristia.

  • O lírio branco, no topo do monte, representa a obra prima de Deus, no seu desígnio de salvação: a humilde Virgem Maria, bem-aventurada porque teve fé (Lc 1,45). O lírio indica a simplicidade, a pureza e a virgindade, é o símbolo de eleição e escolha do ser amado (Ct 1,2). Maria é designada “flor do Carmelo”, foi escolhida por Deus para ser a mãe de seu Filho, é modelo de discípula(o).

  • As duas estrelas prateadas, no firmamento azul, simbolizam a fé e a esperança que nos induzem a olhar para o alto, para o transcendente. Lembram, ainda, os profetas Elias e Eliseu, que habitaram o Monte Carmelo.

  • A estrela que está no monte representa a caridade, virtude que nos empenha no trabalho na terra, em prol do Reino dos Céus.

  • As duas chaves postas em aspas e a tiara papal, encimando o escudo, representam a Igreja e a união deste templo com o sucessor de Pedro, o Santo Padre, o Papa, que ornou este templo com o título e os privilégios de Basílica. Foi o Papa Paulo VI quem concedeu o título, e a instalação da Basílica deu-se em 22 de junho de 1975.

 

 

6 Brasão segundo a Tradição Heráldica

Na tradição heráldica eclesiástica, os brasões das Igrejas Papais - as Basílicas - são representadas com o timbre do ombrellino e as chaves decussadas. Apenas o brasão da Catedral Basílica de São João do Latrão em Roma, Catedral do Papa, não foi representado com o timbre do ombrellino.

O ombrellino (baldaquino papal na forma de guarda-sol com emendas vermelha e amarela) é insígnia de prerrogativa papal, assim como o da tiara. Sua existência remonta a antigo uso prático para as procissões litúrgicas, com o intuito de proteger os prelados do sol e chuva e que, aos poucos, foi relacionado ao Papa por ser especialmente utilizado nas procissões de sua comitiva, realizadas entre as basílicas romanas.

Como timbre heráldico, seu uso remonta ao séc. XV e é relacionado especialmente às Igrejas Papais, as Basílicas. O ombrellino é também chamado de basílica, homônimo das igrejas onde são utilizados. O Colégio dos Cardeais, a Câmara Apostólica e os Institutos e Seminários Pontifícios utilizam igualmente o ombrellino.

 

 

Curiosidade e uso da exceção

Curiosamente o brasão da Basílica do Carmo em Campinas e, igualmente os de outras basílicas brasileiras, foi confeccionado com o timbre reinante do papa, ou seja, o da Tiara Papal (Triregnum) e as duas chaves decussadas, em ouro e prata. Não se trata de um erro propriamente dito, mas de uma imprecisão heráldica. Podemos supor que o artista e/ou reitor da referida igreja, ao solicitar e executar a feitura do brasão, possivelmente desconhecia a regra e não tenha sido devidamente instruído por um heraldista eclesiástico.

No entanto, depois de firmada a arte do brasão como oficial, sendo usado e reconhecido como a insígnia própria da Basílica há um bom tempo, e não trazendo um erro explícito senão uma imprecisão menor, por tradição da própria Igreja, não se pede sua alteração. Este é o caso do brasão da Basílica do Carmo em Campinas, utilizado desde 22 de junho de 1975 (35 anos), quando da instalação. Essa exceção não pode ser considerada para basílicas recentemente instaladas.

Desta forma, podemos considerar que para a Basílica do Carmo em Campinas o brasão do templo pode ser apresentado de duas formas. O extraordinário, como um elemento de exceção e tido como o oficial, e o segundo em acordo com a tradição heráldica para as basílica que apresentamos acima.

 

 

 

Brasão 01 tido como o oficial

Com um elemento de exceção segundo a regra heráldica

Brasão 02

Tradicional para as Basílicas segundo a regra heráldica

 

 

 

 

Nota:

A construção desta página contou com a colaboração do Pe. Rodrigo Catini Flaibam, Assessor de Comunicação da Arquidiocese de Campinas.

 

 

 

 

Início

 

Saiba mais

Pároco Atual  

Liturgia Dominical  

  Liturgia Diária  

Horários da Basílica  

Carmelitas em Campinas  

Imagens e Idolatria  

Links  
  AVISOS  
Escapulário

Origem  

Espiritualidade

 

 

 

 

 

 

Google

 

 

 

 

 

 

 

 
© desde 25/12/2006 - Basílica Nossa Senhora do Carmo - Campinas - SP - Brasil