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Quarta-feira de Cinzas

Início da Quaresma

A Igreja Católica dá início na Quarta-feira de Cinzas ao período de preparação para a Páscoa. São quarenta dias que antecedem o Tríduo Pascal (Quinta-feira Santa, Sexta-feira Santa e Sábado de Aleluia). Estes quarenta dias são definidos a partir do Domingo da Páscoa, primeiro domingo após a primeira lua cheia do início do outono. A festa da Páscoa era primitivamente um ritual realizado por pastores, que tingiam as entradas das tendas com o sangue de um cordeiro para proteção. Com o êxodo, passa a ser lembrança da libertação do povo hebreu. Para os cristãos a Páscoa é lembrança permanente de que Deus liberta seu povo através de Jesus Cristo, novo cordeiro pascal. A partir do domingo da Páscoa são definidas as outras datas, inclusive o carnaval.

 

Biblicamente o número quarenta tem um significado importante: foram quarenta anos que o povo hebreu passou no deserto e foram quarenta dias que Jesus passou no deserto em purificação. Por isso, a Igreja conserva a tradição de preparação para a Páscoa com quarenta dias de Jejum, Penitência e Esmola, buscando a plena conversão aos ensinamentos de Jesus de Nazaré.

 

A Quaresma tem início na Quarta-feira de Cinzas. Nas missas celebradas nas Paróquias e Comunidades, se benzem e impõem as cinzas feitas de ramos de oliveiras ou outras árvores, bentos no Domingo de Ramos do ano anterior. Em procissão, os cristãos e cristãs recebem na fronte um pouco dessas cinzas para expressar o desejo de assumir o processo de conversão que se iniciou no Batismo.

 

As cinzas querem nos lembrar o quanto somos pequenos. Nosso orgulho, prepotência, bens materiais nada mais são do que cinzas após a morte. Da vida terrena o que levamos são nossas obras, nossas ações, o amor com o qual nos relacionamos com as outras pessoas. Conscientes de nossa pequenez, somos chamados a ser agentes de transformação dessa sociedade desigual.

 

Assessoria de Comunicação

Arquidiocese de Campinas

 

 

 

"Caminhar com Cristo para a vida!"

Reunidos em assembleia para celebrar a misericórdia do Senhor, iniciamos o Tempo Litúrgico da Quaresma. O Senhor nos convida à conversão, para "rasgar o coração e não as vestes", para voltar-nos com mais fervor para Ele, nosso Deus. Aquele que nos chama à conversão é paciente, compassivo e misericordioso. Em meio às preocupações e correria desenfreada de nossos dias, deixemos que o Espírito de Cristo nos toque profundamente e caminhemos firmes no caminho do Senhor.   

 

 

 

Liturgia da Palavra

 

Deus nos fala

A Palavra vem nos lembrar que somos o povo do Senhor, que suplicamos sua misericórdia e elevamos a Ele nossos rogos. Acolhê-la é dispor-se à conversão. "Rasgar o coração" é aceitar sua verdade que liberta, que nos salva e dá a vida. 

 

 

 

Primeira Leitura - Jl 2,12-18

Leitura da Profecia de Joel:

Agora, diz o Senhor, voltai para mim com todo o vosso coração, com jejuns, lágrimas e gemidos; rasgai o coração, e não as vestes; e voltai para o Senhor, vosso Deus; ele é benigno e compassivo, paciente e cheio de misericórdia, inclinado a perdoar o castigo".

Quem sabe, se ele se volta para vós e vos perdoa, e deixa atrás de si a bênção, oblação e libação para o Senhor, vosso Deus?

Tocai trombeta em Sião, prescrevei o jejum sagrado, convocai a assembleia; congregai o povo, realizai cerimônias de culto, reuni anciãos, ajuntai crianças e lactentes; deixe o esposo seu aposento, e a esposa, seu leito.

Chorem, postos entre o vestíbulo e o altar, os ministros sagrados do Senhor, e digam: "Perdoa, Senhor, a teu povo, e não deixes que esta tua herança sofra infâmia e que as nações a dominem".

Por que se haveria de dizer entre os povos: "Onde está o Deus deles?"

Então o Senhor encheu-se de zelo por sua terra e perdoou ao seu povo.

- Palavra do Senhor.

- Graças a Deus!

 

 

 

Salmo Responsorial - Sl 50

Misericórdia, ó Senhor, pois pecamos!

 

Tende piedade, ó meu Deus, misericórdia! Na imensidão do vosso amor, purificai-me! Lavai-me todo inteiro do pecado e apagai completamente a minha culpa!

 

Eu reconheço toda a minha iniquidade, o meu pecado está sempre à minha frente. Foi contra vós, só contra vós, que eu pequei, pratiquei o que é mau aos vossos olhos!

 

Criai em mim um coração que seja puro, dai-me de novo um espírito decidido. Ó Senhor, não me afasteis de vossa face, nem retireis de mim o vosso Santo Espírito!

 

Dai-me de novo a alegria de ser salvo e confirmai-me com espírito generoso! Abri meus lábios, ó Senhor, para cantar, e minha boca anunciará vosso louvor!

 

 

 

Segunda Leitura - 2Cor 5,20―6,2

Leitura da Segunda Carta de São Paulo apóstolo aos Coríntios:

Irmãos: Somos embaixadores de Cristo, e é Deus mesmo que exorta através de nós. Em nome de Cristo, nós vos suplicamos: deixai-vos reconciliar com Deus.

Aquele que não cometeu nenhum pecado, Deus o fez pecado por nós, para que nele nós nos tornemos justiça de Deus.

Como colaboradores de Cristo, nós vos exortamos a não receberdes em vão a graça de Deus, pois ele diz: "No momento favorável, eu te ouvi e, no dia da salvação, eu te socorri". É agora o momento favorável, é agora o dia da salvação.

- Palavra da Salvação.

- Glória a vós, Senhor!

 

 

 

Evangelho - Mt 6,1-6.16-18

Anúncio do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus:

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: "Ficai atentos para não praticar a vossa justiça na frente dos homens, só para serdes vistos por eles. Caso contrário, não recebereis a recompensa do vosso Pai que está nos céus.

Por isso, quando deres esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem elogiados pelos homens.

Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. Ao contrário, quando deres esmola, que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita, de modo que a tua esmola fique oculta. E o teu Pai, que vê o que está oculto, te dará a recompensa.

Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam de rezar em pé, nas sinagogas e nas esquinas das praças, para serem vistos pelos homens.

Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. Ao contrário, quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta, e reza ao teu Pai que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa.

Quando jejuardes, não fiqueis com o rosto triste como os hipócritas. Eles desfiguram o rosto, para que os homens vejam que estão jejuando.

Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. Tu, porém, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto, para que os homens não vejam que estás jejuando, mas somente teu Pai, que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa".

- Palavra do Senhor.

- Graças a Deus!

 

 

 

Reflexão

Iniciando o Tempo da  Quaresma, o Senhor nos convida à prática da justiça e da misericórdia. Sua justiça é misericórdia. O Senhor nos quer participantes de seu Reino e não coadjuvantes, por isso, só é possível se "nos guardarmos de fazer as boas obras diante do mundo". Dar a esmola, fazer penitência, rezar e jejuar é fazer o bem e a caridade para as pessoas necessitadas, sim, mas é além disso também: É praticar a justiça, dar o que cada pessoa tem por direito, e também ser solidário, ou seja, estar ali, bem ao lado, como o bom samaritano. Isto é muito mais exigente, pois é misericórdia. Viver a fé não é cumprir um monte de normas, de regras. É praticar o bem, a caridade, a justiça, a transformação e é isso que Jesus nos ensina e espera de nós.

O Tempo da Quaresma é um tempo de renovação interior e das atitudes tanto pessoais como comunitárias. É um tempo em que renovamos nossa vida batismal, para chegarmos ao seu ápice na celebração pascal. É belo este tempo, pois nos coloca bem dentro da dinâmica do Reino, e por isso devemos ser nele participantes, e não coadjuvantes.

O amor de Cristo nos renova, nos reergue na esperança, nos faz viver com alegria. O amor é transformador. Quando se busca o amor para si mesmo, fazemos as coisas para sermos vistos pelas pessoas, nos faz ser pessoas fechadas em nós mesmos e dependentes da opinião alheia. O que Cristo nos ensina, nos liberta verdadeiramente. É preciso, portanto, nossa conversão para nos "banharmos" inteiramente do projeto de Cristo, de sua verdade libertadora. Converter-se para o Evangelho, pois ele não é um livro ou simplesmente letras, mas uma PESSOA que se chama Jesus Cristo. Viver a experiência dele é tornar-se discípulo do Reino, é assumir a mesma causa que Ele assumiu fielmente até o fim.

Dentro do Tempo da Quaresma, a Igreja no Brasil nos faz refletir sobre o grave problema da agressão e do desrespeito à natureza criada por Deus. Desrespeitar a criação é desrespeitar a vida, e isso tem grandes e graves consequências na vida do ser humano. A Igreja aposta na vida e quem se opõe a esse dom sublime opõe-se ao próprio Deus. Conscientes, façamos nossa parte no cuidado e no respeito à natureza, criatura de Deus.

Redação "Deus Conosco"

 

 

 

 

 

 

 

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